Saindo do forno

Setembro 10, 2009

Aloha people, acompanhem sempre as últimas novidades também pelo Twiter na coluna ao lado. :-D


Saiba os perigos de se pedalar em grandes centros urbanos.

Janeiro 17, 2009

A cada dia que passa o número de veículos nas grandes cidades aumenta e, por conseqüência, aumentam também os congestionamentos, a poluição e o estresse, motivos pelos quais muitas pessoas optam por outros meios de transporte, entre eles a bicicleta. Entre os pontos a favor do uso da “magrela” estão a prática de uma atividade física, a não agressão ao meio ambiente e, em muitos casos, a rapidez para se chegar ao destino desejado.

Nos grandes centros brasileiros, ao contrário do que acontece em países da Europa, por exemplo, a bicicleta é vista pelos motoristas de outros veículos como uma intrusa, um empecilho à fluidez do trânsito. Um exemplo prático são os constantes acidentes envolvendo ciclistas, como na última quarta-feira (14), em que Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos, foi atropelada por um ônibus na Avenida Paulista, uma das mais movimentadas da capital paulista.

Segundo informações do Jornal O Globo, ela circulava pelo meio fio entre a calçada e a faixa de ônibus, foi atingida por um carro, se desequilibrou e caiu no chão. O motorista de um ônibus que vinha logo atrás viu a ciclista no meio da faixa, tentou realizar a ultrapassagem pela esquerda e, ao retornar, ouviu um barulho e parou. O resgate foi acionado, mas no momento em que os paramédicos chegaram ela já estava sem vida.

“A única forma de tentar minimizar esse tipo de coisa é o ciclista procurar ruas com pouco tráfego de veículos, pois os carros não respeitam a bicicleta”, ressalta Paulo de Tarso, o Paulinho, presidente do clube Sampa Bikers. “Quem usa bicicleta no dia a dia sempre passa por algum tipo de problema, como ser fechado, ou xingado”, completa.

Segurança – Além de ter uma bicicleta com a parte mecânica em ordem, o ciclista precisa usar equipamentos de segurança na tentativa de minimizar os problemas. “É necessário usar capacete, óculos e roupas que chamem a atenção, além de luz se for andar a noite”, adverte Paulinho. Ele também adverte para sempre acompanhar o fluxo do trânsito, não andar na contra mão e passa uma dica caso não seja possível evitar grandes avenidas. “Não é a coisa certa a se fazer, mas se não tiver jeito procure a calçada, mas sempre respeitando o pedestre”.

Paulinho pedala há mais de 10 anos, organiza passeios que reúnem diversos ciclistas para percorrer as ruas de São Paulo e conta que já foi atropelado por um carro na Avenida Nove de Julho durante um destes eventos. “Um senhor de 70 anos bateu no bagageiro da minha bicicleta, eu voei para a calçada e tive sorte de ter caído certo”.

Muitos políticos anunciam como promessa de campanha a construção de ciclovias na tentativa de melhorar a segurança do ciclista, mas segundo Paulinho, a educação no trânsito deve vir primeiro. “Não adianta fazer ciclovia, se não os motoboys acabam invadindo. É necessário fazer um trabalho de educação para cumprir a lei, já que a bicicleta tem prioridade no trânsito”.

Fonte: Webrun


Curitiba e as Bicicletas

Novembro 18, 2008

Gostei de ver os comentários enviados na coluna do leitor da Gazeta do Povo, referente a matéria publicada (ver post abaixo). Legal ver que as pessoas estão se conscientizando e tendo interesse em usar a bicicleta, esse magnífico meio de transporte sustentável, saudável, não-poluente, econômico, e prazeroso.

Quem sabe num futuro próximo, com uma infra-estrutura adequada, Curitiba não volte a ser modelo para outras cidades do país, incentivando o uso da bicicleta, e com isso, tornando a cidade ainda mais bela e charmosa, com cilcistas pedalando elegantemente e com alegria, convivendo com os automóveis de uma forma pacífica e harmoniosa, assim como em algumas cidades européias.

Segue abaixo alguns comentários publicados no jornal:

Bicicleta 1

Creio que não é possível utilizar a bicicleta em todos os lugares da nossa cidade devido à violência (Gazeta, 13/11). Sabemos de vários casos de pessoas que foram assaltadas nas ciclovias, pois falta policiamento. A população só poderá passar a utilizar a bicicleta como meio de transporte para o trabalho quando se sentir segura para isso.

Wandique da Silva, por e-mail

Bicicleta 2

Em referência a matéria sobre a bicicleta como meio de transporte (Gazeta, 13/11), apresento uma sugestão para a implantação de “ciclofaixas” (faixas de uso exclusivo para bicicletas): as vias de tráfego lento, que margeiam as canaletas do expresso, são largas demais para a circulação de um automóvel só, e estreitas demais para a circulação de dois automóveis lado a lado. Portanto, uma maravilhosa ciclofaixa já está construída, com dezenas de quilômetros, cortando a cidade em diversas direções. Basta apenas a pintura no pavimento e a devida sinalização. E, se implantada no lado esquerdo (considerando o sentido do tráfego), há muito menos cruzamentos e, conseqüentemente, mais segurança. A implantação seria muito mais fácil e muitíssimo menos onerosa do que reformar o canteiro central da Av. Visconde de Guarapuava. Acredito que já temos a maior estrutura de ciclofaixas do Brasil (avenidas Sete de Setembro, República Argentina, Erasto Gaertner, Paraná, Marechal Floriano; ruas Padre Anchieta, Deputado Heitor de Alencar Furtado). Gostaria de discutir o assunto com os técnicos do município.

Jefferson Rizental Gomes, empresário, por e-mail

Bicicleta 3

Tento fazer todas as minhas atividades diárias de bicicleta, mas sou novata no assunto. No mês passado eu e mais uma amiga compramos nossa “magrelas” e desde então estamos nos adaptando, para que num futuro bem próximo possamos mudar na nossa garagem o carro pela bicicleta. Estamos conhecendo uma nova Curitiba. No sábado passado, estivemos andando pela ciclovia da Cidade Industrial, lugar que antes que só conhecíamos da janela do carro. Mas o que precisamos é que essas ciclovias sejam mais adequadas. Cumprimento a repórter Pollianna Milan pela matéria publicada de 13/11.

Christianne L. Salomon, por e-mail


retomando a cidade!

Novembro 1, 2008

veja o site: recidade.wordpress.com

DIA 15/11, a partir das 15H

LOCAL: pátio da reitoria da UFPR

0 R$

OBS1:se chuver, o evento será adiado!

OBS2: vá de bike, rolê pela cidade no final!


Gazeta do Povo – E o homem recria a metrópole

Outubro 8, 2008
ele enfrenta o trânsito caótico do Prado Velho sobre duas rodas – com mochila nas costas – sem deixar de ser doutor.

Dr. Fábio de bike - o arquiteto e urbanista Fábio Duarte, coordenador do mestrado de Gestão Urbana da PUCPR, é um símbolo da Curitiba descontente com a “são-paulização” da cidade. Faz pesquisas sobre poluição provocada por carros, gerou grupos de discussão universitária e mostra que é possível dar uma reviravolta na cidade: ele enfrenta o trânsito caótico do Prado Velho sobre duas rodas – com mochila nas costas – sem deixar de ser doutor.

“Quando a série Retratos de Curitiba já estava chegando ao fim, soube-se que o supergraduado arquiteto Fábio Duarte, da PUCPR enfrenta o trânsito de Curitiba de bicicleta. Verdade seja dita: Fábio é uma raridade. Difícil encontrar as classes médias nos ônibus e nas ruas, empenhando seu quinhão para melhorar a cidade. Particularmente no trânsito – com folga o tema mais explosivo da campanha municipal de 2008.

Tomara em 2012, o arquiteto não esteja sozinho nas ruas. É isso ou 1,5 milhão de carros.

Trecho da matéria “E o homem recria a metrópole”, publicada na Gazeta do Povo em 05/10/2008 por Rosana Félix e José Carlos Fernandes, leia a matéria completa aqui.


Compartilhe a rua.

Outubro 2, 2008

Compartilhe a rua!! Respeite o ciclista!!

Fonte da Foto: http://www.ciclobr.com.br/diasemcarro/noticias50.asp


Só com ciclistas daria para eleger um presidente

Outubro 2, 2008

“Só com ciclistas daria para eleger um presidente”

O Brasil tem uma frota de cerca de 100 milhões de bicicletas – quatro para cada carro – mas as cidades pouco fazem para dar segurança aos ciclistas ou estimular esse meio de transporte.

Considerando a proximidade das eleições municipais, o Blog das Ruas convidou o cicloativista André Pasqualini para falar sobre a utilização das bicicletas nos centros urbanos brasileiros.

“Há muitos ciclistas pedalando nos centros urbanos, mas eles são invisíveis, pois eles não ocupam espaço, não fazem barulho, não perturbam as pessoas e dá essa impressão de que tem pouca gente andando de bicicleta. ” – André Pasqualini.

Leia a matéria completa no Blog das Ruas.


Bicicleta como meio de transporte, dia 5: um balanço

Outubro 1, 2008

Matéria especial no Blog do UOL.

A idéia

Na semana em que é comemorado o Dia Mundial Sem Carro (22 de setembro), uma equipe de jornalistas do UOL que costuma usar carro diariamente abrirá mão de seus veículos para observar e comparar as vantagens e desvantagens de viver no dia-a-dia usando transporte coletivo, bicicleta ou outros meios alternativos para se locomover. Diariamente, até sexta-feira, as impressões dos cinco jornalistas serão publicadas neste blog.

http://especialtransito.blog.uol.com.br/


Critical Mass SAMPA

Agosto 31, 2008

O ser ou não ser …

Agosto 26, 2008

Deu na Gazeta:

Matéria da Gazeta do Povo fala sobre transporte coletivo, bicicleta e o caos urbano gerado pelo uso excessivo de automóveis.

Jorge Brand, um dos mentores da Bicicletada: debate do transporte público passa pelo pedestre e pelo ciclista.

O ser ou não ser da fila do ônibus

Transporte coletivo monopoliza debate social em Curitiba depois de a cidade se tornar modelo internacional de gestão. Dúvida é se a criatividade se esgotou ou se falta coragem para avançar.

“Em 22 de setembro próximo, Dia Mundial sem Carro, a turma da Bicicletada vai reunir na Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR) os candidatos à prefeitura para arrancar deles um compromisso por escrito de que dias melhores virão para quem anda a pé ou sob duas rodas. A questão corre em paralelo ao caos do trânsito, tem mobilizado parte da opinião pública, num dos raros momentos em que os curitibanos espreguiçam a pasmaceira política. No mais, trânsito virou um discurso intransigente das classes médias, que querem agilidade, espaço, nem que para isso seja preciso derrubar praças e bosques.”

Leia a matéria na íntegra na Gazeta do Povo online, clique aqui.
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=801522&tit=O-ser-ou-nao-ser-da-fila-do-onibus