Curitiba e as Bicicletas

Gostei de ver os comentários enviados na coluna do leitor da Gazeta do Povo, referente a matéria publicada (ver post abaixo). Legal ver que as pessoas estão se conscientizando e tendo interesse em usar a bicicleta, esse magnífico meio de transporte sustentável, saudável, não-poluente, econômico, e prazeroso.

Quem sabe num futuro próximo, com uma infra-estrutura adequada, Curitiba não volte a ser modelo para outras cidades do país, incentivando o uso da bicicleta, e com isso, tornando a cidade ainda mais bela e charmosa, com cilcistas pedalando elegantemente e com alegria, convivendo com os automóveis de uma forma pacífica e harmoniosa, assim como em algumas cidades européias.

Segue abaixo alguns comentários publicados no jornal:

Bicicleta 1

Creio que não é possível utilizar a bicicleta em todos os lugares da nossa cidade devido à violência (Gazeta, 13/11). Sabemos de vários casos de pessoas que foram assaltadas nas ciclovias, pois falta policiamento. A população só poderá passar a utilizar a bicicleta como meio de transporte para o trabalho quando se sentir segura para isso.

Wandique da Silva, por e-mail

Bicicleta 2

Em referência a matéria sobre a bicicleta como meio de transporte (Gazeta, 13/11), apresento uma sugestão para a implantação de “ciclofaixas” (faixas de uso exclusivo para bicicletas): as vias de tráfego lento, que margeiam as canaletas do expresso, são largas demais para a circulação de um automóvel só, e estreitas demais para a circulação de dois automóveis lado a lado. Portanto, uma maravilhosa ciclofaixa já está construída, com dezenas de quilômetros, cortando a cidade em diversas direções. Basta apenas a pintura no pavimento e a devida sinalização. E, se implantada no lado esquerdo (considerando o sentido do tráfego), há muito menos cruzamentos e, conseqüentemente, mais segurança. A implantação seria muito mais fácil e muitíssimo menos onerosa do que reformar o canteiro central da Av. Visconde de Guarapuava. Acredito que já temos a maior estrutura de ciclofaixas do Brasil (avenidas Sete de Setembro, República Argentina, Erasto Gaertner, Paraná, Marechal Floriano; ruas Padre Anchieta, Deputado Heitor de Alencar Furtado). Gostaria de discutir o assunto com os técnicos do município.

Jefferson Rizental Gomes, empresário, por e-mail

Bicicleta 3

Tento fazer todas as minhas atividades diárias de bicicleta, mas sou novata no assunto. No mês passado eu e mais uma amiga compramos nossa “magrelas” e desde então estamos nos adaptando, para que num futuro bem próximo possamos mudar na nossa garagem o carro pela bicicleta. Estamos conhecendo uma nova Curitiba. No sábado passado, estivemos andando pela ciclovia da Cidade Industrial, lugar que antes que só conhecíamos da janela do carro. Mas o que precisamos é que essas ciclovias sejam mais adequadas. Cumprimento a repórter Pollianna Milan pela matéria publicada de 13/11.

Christianne L. Salomon, por e-mail

Anúncios

Uma resposta em “Curitiba e as Bicicletas

  1. “nos países sub-desenvolvidos a minoria, que tem automóveis e nunca usa o transporte público, é quem decide. Esta minoria não tem interesse por calçadas, parques, ciclovias ou o transporte público. Pedem mais linhas de metro, não por que tenham a menor intenção de usá-lo, senão para enfiar os pobres embaixo da terra, para que seus ônibus não estorvem aos seus veículos nas ruas e avenidas“

    – Enrique Peñalosa, ex-prefeito de Bogotá e o principal motivador do uso de bicicletas na cidade.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s