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Ciclistas se Arriscam em SP – Fantástico 19/06/2011

Reportagem exibida no Fantástico, provavelmente devido à morte por atropelamento do empresário e ciclista Antonio Bertolucci, presidente do Conselho de Administração do Grupo Lorenzetti, que usava a bicicleta como meio de transporte.

Naum é fácil querer ser ecologicamente correto, cooperar com o trânsito ajudando assim a diminuir o congestionamento e a poluição causada pelos carros usando a bicicleta como meio de transporte, se vivemos em um trânsito selvagem e sem respeito aos ciclistas e pedestres.

Infelizmente ainda vivemos num país de terceiro mundo, onde a maioria da população não possui consciência nem educação no trânsito.

É preciso mudar urgente este cenário, através de mais educação, mais investimentos em infraestrutura, mais incentivos do governo e mais conscientização.

PAZ NO TRÂNSITO.

Vejam a reportagem a seguir:

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Para não tomar chuva, carro entra dentro da agência…

Hoje ao ir para o trabalho, manhã de chuva, vi uma cena não muito comum no meu dia a dia, ao passar no cruzamento das marechais em Curitiba, notei várias pessoas olhando para uma área de isolamento feita por policiais, e ao me aproximar, qual não foi minha surpresa ao ver um carro literalmente dentro de uma agência bancária. A que ponto chega a imprudência no volante. O excesso de velocidade e o álcool são como armas mortais nas mãos de pessoas irresponsáveis. O pior é quando inocentes pagam pelos erros absurdos destas pessoas. Menos violência, mais prudência.

Notícias relacionadas:

Acidente de trânsito termina em morte no Centro de Curitiba
http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/317535/

Menos carros, mais bicicletas!

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Trânsito, Álcool, e a Vida.

Trânsito Álcool, e a Vida.
Por Jorge Francisco Martins dos Santos 30/07/2008 às 09:43

Os acidentes de trânsito vem causando graves prejuizos à sociedade, perdem os governos, as famílias, os cidadãos. As famílias são as mais prejudicadas, sofrem com o financeiro e com o emocional.

Trânsito, Álcool, e a Vida, a colocação do Álcool entre estas duas palavras foi proposital, pois esta representação é uma real situação de inúmeras ocorrências no cotidiano do brasileiro. Não sei se podemos dizer que é uma questão de Cultura, pois, costumo creditar a cultura conjunto de atividades que trazem efeitos positivos para Sociedade, acredito que deveríamos aplicar o termo falta de educação, este se enquadra direitinho nesta realidade. O Brasil presenciou o Mundo evoluir, as civilizações desenvolverem-se sentado em um caixote vagabundo de frutas, e ainda foi permissivo ao fato da destruição de todo conceito de Educação, adquirido ao longo dos duros anos desde seu suposto descobrimento, até a suposta revolução de 1964. Daí então ficamos para traz em muita coisa, principalmente no quesito Educação e Cultura, e como conseqüência continuamos a cultivar idéias provincianas e sentimentos de uma vida em colônia.

Esta Lei de Tolerância Zero para o Álcool, ou qualquer outra substancia psicoativas quando o cidadão estiver conduzindo um veículo motorizado, não necessariamente deveria ser editada, isto se nós tivéssemos discernimento suficiente, para entender que um veículo em movimento, apresenta uma situação de Risco controlada, e que os dispositivos de controle dependem diretamente da ação Humana. Quando o ser Humano apresenta distúrbios em seu controle motor, a condição de controle desaparece ficando o Risco Eminente. O Álcool e as substancias Psicoativas tem a propriedade de reduzir sensivelmente o controle motor do ser Humano, expondo não só ele, como todos em sua volta à condição uma Risco que pode ter uma faixa variável de gravidade, desde um pequeno susto, a um ou vários óbitos. De posse deste sentimento, devemos acreditar na obediência desta nova lei, e deixá-la como legado para nossas futuras gerações, até mesmo porque em qualquer dois lados(causador ou vitima) que um ser Humano se encontrar, traz um efeito negativo para ele, e para os demais que o cercam.

Devemos sempre raciocinar da seguinte forma, aos grandes acidentes precedem sempre de pequenos sustos. Se podemos evitar os pequenos sustos, porque esperar acontecer um grande acidente!

Jorge Francisco

O Acidente
Amado Batista

Eu me lembro que era tarde de Domingo
Eu passeava no meu carro com meu bem
Fazendo planos tão bonitos pra nós dois
Eu não sabia que era a nossa despedida
Alí naquela avenida, aconteceu logo depois

Num cruzamento tão normal de uma cidade
em alta velocidade alguem veio sobre mim

Tentei fugir saindo pra todo o lado
Mas fiquei desesperado quando vi que era o fim
O acidente
Tão de repente
Acaba toda a alegria de alguém
E é nessa hora que a gente vê
Não vale nada o dinheiro que se tem

Meio confuso acordei num hospital
A dor maior eu sentí no coração
Entre soluços arrisquei a perguntar
Mas já sabia pela cara das pessoas
Que não eram nada boas as notícias pra me dar
Num cruzamento tão normal de uma cidade
Em alta velocidade a morte veio e a levou
Tentei fugir da minha realidade
Pensei na felicidade que pouco tempo durou

Fonte do artigo: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/07/425439.shtml