arte, bicicleta, fotos

Pedalando & Fotografando.

♫ vou de bike, cê sabe… ♫

Pedalar e fotografar é uma grande curtição minha, reproduzo abaixo as fotos de hoje que tirei e adicionei no instagram e no tumblr do ciclistaurbanocwb, tirei estas fotos na ciclovia durante meu trajeto casa/trampo. Espero que curtam.
Namastê.

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Curitiba e as Bicicletas

Gostei de ver os comentários enviados na coluna do leitor da Gazeta do Povo, referente a matéria publicada (ver post abaixo). Legal ver que as pessoas estão se conscientizando e tendo interesse em usar a bicicleta, esse magnífico meio de transporte sustentável, saudável, não-poluente, econômico, e prazeroso.

Quem sabe num futuro próximo, com uma infra-estrutura adequada, Curitiba não volte a ser modelo para outras cidades do país, incentivando o uso da bicicleta, e com isso, tornando a cidade ainda mais bela e charmosa, com cilcistas pedalando elegantemente e com alegria, convivendo com os automóveis de uma forma pacífica e harmoniosa, assim como em algumas cidades européias.

Segue abaixo alguns comentários publicados no jornal:

Bicicleta 1

Creio que não é possível utilizar a bicicleta em todos os lugares da nossa cidade devido à violência (Gazeta, 13/11). Sabemos de vários casos de pessoas que foram assaltadas nas ciclovias, pois falta policiamento. A população só poderá passar a utilizar a bicicleta como meio de transporte para o trabalho quando se sentir segura para isso.

Wandique da Silva, por e-mail

Bicicleta 2

Em referência a matéria sobre a bicicleta como meio de transporte (Gazeta, 13/11), apresento uma sugestão para a implantação de “ciclofaixas” (faixas de uso exclusivo para bicicletas): as vias de tráfego lento, que margeiam as canaletas do expresso, são largas demais para a circulação de um automóvel só, e estreitas demais para a circulação de dois automóveis lado a lado. Portanto, uma maravilhosa ciclofaixa já está construída, com dezenas de quilômetros, cortando a cidade em diversas direções. Basta apenas a pintura no pavimento e a devida sinalização. E, se implantada no lado esquerdo (considerando o sentido do tráfego), há muito menos cruzamentos e, conseqüentemente, mais segurança. A implantação seria muito mais fácil e muitíssimo menos onerosa do que reformar o canteiro central da Av. Visconde de Guarapuava. Acredito que já temos a maior estrutura de ciclofaixas do Brasil (avenidas Sete de Setembro, República Argentina, Erasto Gaertner, Paraná, Marechal Floriano; ruas Padre Anchieta, Deputado Heitor de Alencar Furtado). Gostaria de discutir o assunto com os técnicos do município.

Jefferson Rizental Gomes, empresário, por e-mail

Bicicleta 3

Tento fazer todas as minhas atividades diárias de bicicleta, mas sou novata no assunto. No mês passado eu e mais uma amiga compramos nossa “magrelas” e desde então estamos nos adaptando, para que num futuro bem próximo possamos mudar na nossa garagem o carro pela bicicleta. Estamos conhecendo uma nova Curitiba. No sábado passado, estivemos andando pela ciclovia da Cidade Industrial, lugar que antes que só conhecíamos da janela do carro. Mas o que precisamos é que essas ciclovias sejam mais adequadas. Cumprimento a repórter Pollianna Milan pela matéria publicada de 13/11.

Christianne L. Salomon, por e-mail

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Underground

Salta aos olhos no debate sobre trânsito e transporte coletivo na capital a falta de programas envolvendo as universidades. É responsabilidade dos centros de ensino formar gente menos tacanha no uso do transporte. Mas, ao contrário, é delas que brotam 23 mil carros por dia, emitindo mensalmente 200 toneladas de dióxido de carbono (CO2) e 60 toneladas de monóxido de carbono (CO) – de acordo com estudos realizados por mestrandos de Gestão Urbana da PUCPR, sob a orientação do arquiteto e urbanista Fábio Duarte.

É da Curitiba mais underground que têm brotado as melhores propostas para o saneamento do trânsito. O coletivo de artistas, esportistas e pensadores Interlux é o caso. Hoje, o grupo é um dos mentores da Bicicletada, movimento que já promoveu o Desafio Intermodal – atestando a agilidade da energia limpa chamada bicicleta – e 12 “passeatas” pela cidade. Os jovens participantes – cerca de 150 – chamam o poder público às falas. O que pedem não é a Transamazônica ou uma Rio-Niterói, mas ciclofaixas e ciclovias ligando outras rotas que não os parques. Além de uma cidade mais gentil com seus pedestres.

Fonte do artigo: Gazeta do Povo