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Ciclistas se Arriscam em SP – Fantástico 19/06/2011

Reportagem exibida no Fantástico, provavelmente devido à morte por atropelamento do empresário e ciclista Antonio Bertolucci, presidente do Conselho de Administração do Grupo Lorenzetti, que usava a bicicleta como meio de transporte.

Naum é fácil querer ser ecologicamente correto, cooperar com o trânsito ajudando assim a diminuir o congestionamento e a poluição causada pelos carros usando a bicicleta como meio de transporte, se vivemos em um trânsito selvagem e sem respeito aos ciclistas e pedestres.

Infelizmente ainda vivemos num país de terceiro mundo, onde a maioria da população não possui consciência nem educação no trânsito.

É preciso mudar urgente este cenário, através de mais educação, mais investimentos em infraestrutura, mais incentivos do governo e mais conscientização.

PAZ NO TRÂNSITO.

Vejam a reportagem a seguir:

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Prá andar de bicicleta, tem que ter moral…

tem que ter moral… este é o mais novo hit de sucesso do Cantor Plá de Curitiba, feito para a trilha sonora do 3º Encontro das Bicicletadas Curitiba & São Paulo, que rolou neste sábado (31/07/2010).

Muita gente bonita, elegante e sincera envolvida no movimento em prol da bike como modalidade de transporte.

Rolou uma energia positiva super massa do começo ao fim, com muito colorido, bikes maneiras, alegria e astral total.

Valeu a pena acordar cedo no sábado, até a próxima pessoal.

Namastê.

Paz, amor e bicicleta.

Confira abaixo nas fotos alguns dos melhores momentos:

Várias mensagens em defesa do uso da bike.
Bike: Temkitê moral.
Os ciclistas urbanos. Na foto: Luis Patrício, André Pasqualini e André Luiz Almeida (eu mesmo).
Várias bikes maneiras na Bicicletada. (depois eu fiquei me perguntando como esse cara sobe nessa magrela)
Datalhes super bacanas nas bicicletas.
Vários fotógrafos fazendo o registro do encontro.
Galera bonita e alegra pedalando nas ruas.
Epa! Quem é esse gordinho simpático? Não, não é o Jô Soares, é o ex prefeito Rafael Greca.
Parada no sinaleiro.
Sinal verde novamente.
Eheh, fantasia legal.
Olha o passarinho.
Love, fixas e tatoo.
Eu vejo flores em vocês.
O cantor Plá mandando ver nos hits da Bicicletada.
A galera reunida no final, no Museu do Olho, em uma sessão de fotos.

É isso ae galera, agora vejam todas as fotos tiradas no meu álbum de fotos, são mais de 100 registros fotogáficos desta Bicicletada. Acesse http://goo.gl/photos/w87Z

That’s all folks!! Até a próxima.

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III Encontro das Bicicletadas em Curitiba

Ae galera, tenho frequentado pouco as Bicicletadas, mas tou sempre pedalando e defendendo o uso da bike. Também faz tempo que não coloco novas postagens por aqui, mas dessa vez não tem como não deixar de ao menos divulgar a próxima Bicicletada, que reunirá a galera de Curitiba com a de São Paulo, virão inclusive o André Pasqualine e a Renata Falzoni, entre outros ilustres cicloativistas. Pessoal, vamos divulgar ao máximo, convidem os amigos, parentes, colegas, para participar desse encontro. Vai ser agora dia 31 de julho, sábado no mesmo local de encontro (Reitoria UFPR) às 10hs, procurem chegar antes para interagir legal com todos os participantes. Positive vibrations. Paz, amor e bicicleta. Namastê.

Por uma cidade mais humana e menos poluída.

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Proteste Já: o perigo de andar de bicicleta em SP

Bravo, bravíssimo!! Muito boa a reportagem do CQC, usando da ironia característica,  mas sem perder o foco para tratar de um assunto sério. O CQC já havia feito algum tempo atrás uma matéria a respeito do respeito ao pedestre. Desta feita, o assunto é o respeito ao ciclista (e o famoso 1,5m para ultrapassar, que a maioria motorizada ignora ou finge ignorar) e a estrutura cicloviária da cidade de São Paulo . Vejam o vídeo, e divulguem.

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‘Sou brasileiro e não sou apaixonado por carro’, diz adepto da bicicleta

 

‘Sou brasileiro e não sou apaixonado por carro’, diz adepto da bicicleta

Cicloativista pede que bikes tenham mesmos direitos de automóveis.
Para André Pasqualini, números de ciclovias em SP não são confiáveis.

André Pasqualini no centro de São Paulo
André Pasqualini pedalando de máscara pela Av. Paulista (Foto: Arquivo pessoal)
 >> Leia o artigo completo no portal G1, CLIQUE AQUI.
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Incrível, a Freeway do Maluf é melhor que a do Serra

O DUELO DAS FREEWAYS

Comparação entre os dois projetos da obra na marginal Tietê em São Paulo.

Clique aqui para ler o artigo.

“Resolver o problema de trânsito com construção de mais vias é o mesmo que combater a obesidade afrouxando o cinto.” André Pasqualini, CicloBr

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Brigas de trânsito se multiplicam pelo Brasil

Texto publicado originalmente no site de notícias G1 da Globo.com. Fonte: http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1195803-16020,00-BRIGAS+DE+TRANSITO+SE+MULTIPLICAM+PELO+BRASIL.html

São motoristas e até pedestres. Exemplos da intolerância dos nossos tempos. Só em São Paulo, são registrados mais de 400 casos por dia. 

A briga no trânsito, de tanto acontecer, virou estatística. Gente que, de uma hora para outra, vira bicho. Tem explicação? Já se contam às centenas os casos que, diariamente, nós vemos pelas ruas.

Curitiba, plena luz do dia. Um motorista se irritou com o caminhão de uma floricultura parado no meio da avenida e agrediu o dono da loja. A filha do comerciante e outras duas mulheres revidaram e atacaram o rapaz.

Quando tudo parecia terminado, ele voltou ao carro e com uma caneta atacou a jovem. Uma mulher usou um pedaço de madeira. O comerciante e o motorista voltaram a se atracar. Seis pessoas tiveram que separar os dois.

Ferida, a moça tenta impedir que o rapaz e o pai dele deixassem o local. Mas eles foram embora antes da chegada da polícia.

Impaciência? Intolerância? Nenhum motorista gosta de admitir que perde a cabeça. É sempre o outro.

“Nunca perdi a cabeça no trânsito”, diz um motorista.

“Não sou de briga”, garante um homem.

Mas são cada vez maiores os relatos de agressões no trânsito.

“Já viu gente ser agredida na minha frente. O pessoal se engalfinha, briga à toa”, observa um motorista.

Só Em São Paulo, o disque 190 da Polícia Militar recebe por dia 400 registros. Seria maior não fosse o medo. O publicitário Thiago Vieira estava no carro parado no farol quando um motorista bateu na traseira do veículo. O rapaz desceu e partiu para cima dele. Socorrido por quem passava pelo local, ele não quis prestar queixa.

“Não sei do que o ser humano é capaz. O que pode ser capaz uma pessoa enfurecida. Talvez ele estivesse com outros problemas e descontou na hora. Eu não queria pagar para ver e preferi eu mesmo pagar meu prejuízo e evitar maiores aborrecimentos para mim”, diz o publicitário.

Especialistas em trânsito dizem que a relação do brasileiro com o carro tem a ver com status e poder. Dominar o veículo, as ruas, impedir ultrapassagens são formas de exibição. Da combinação de problemas em casa, no trabalho e de um trânsito caótico pode nascer a violência.

São flagrantes como o de uma grávida. Ela quase apanhou depois que tentou socorrer o marido durante uma briga de trânsito. E a morte trágica de Alexandre de Andrade, de 18 anos, que levou um tiro disparado por outro motorista.

No caso de Curitiba, um grupo inteiro perdeu a cabeça. O alerta é do psiquiatra Júlio César Fontana Rosa: isso pode acontecer até mesmo com pessoas que não tenham antecedente de agressividade.

“Em determinadas situações que você tem tempo para refletir, você deixa de realizar aquele ato. Algumas pessoas não conseguem ter essa reflexão. Temos que ficar atentos porque o trânsito está nos levando a situações de impaciência onde estamos explodindo. Em São Paulo já está difícil de o sujeito aceitar que o carro da frente fique a 10 metros do seu, por exemplo”, explica o psiquiatra da ABRAMET Júlio César Fontana Rosa.

A partir de 1 de julho quem se envolver em um acidente grave de trânsito terá a carteira suspensa e será obrigado a passar por exames físicos e psicológicos. Ficará a cargo da autoridade de trânsito local definir o que é acidente grave.