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A distância que aproxima.

A distância que aproxima.

Como ultrapassar um ciclista

O respeito ao ciclista deve existir não apenas porque está na lei, mas acima de tudo porque é a coisa certa a ser feita. Usar um veículo de uma tonelada de aço para ameaçar uma pessoa é, no mínimo, uma atitude covarde e desrespeitosa.

É mais simples do que parece: sinalize e mude de faixa e reduza a velocidade para fazer a ultrapassagem com segurança. Não force a passagem nem tire “fina” do ciclista — isso pode causar acidentes gravíssimos.

Não é preciso ter fita métrica: a questão não é se o carro passou a 1,49 metro ou a 1,51 metro do ciclista, mas se houve de fato uma ultrapassagem segura para ambos. Na dúvida, use o bom senso!

Quando estamos de bicicleta nas ruas, entendemos perfeitamente que seu tempo é precioso. Mas você também precisa entender que sua pressa não vale a nossa vida.

http://bit.ly/irevirdebike

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Proteste Já: o perigo de andar de bicicleta em SP

Bravo, bravíssimo!! Muito boa a reportagem do CQC, usando da ironia característica,  mas sem perder o foco para tratar de um assunto sério. O CQC já havia feito algum tempo atrás uma matéria a respeito do respeito ao pedestre. Desta feita, o assunto é o respeito ao ciclista (e o famoso 1,5m para ultrapassar, que a maioria motorizada ignora ou finge ignorar) e a estrutura cicloviária da cidade de São Paulo . Vejam o vídeo, e divulguem.

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Com bicicletas

Reproduzo aqui no blog o editorial de hoje da Gazeta do Povo:

Com bicicletas

Diante dos cada vez mais frequentes congestionamentos e acidentes de trânsito na capital paranaense, nada mais elogiável do que a luta dos que buscam meios de transportes alternativos para diminuir os problemas urbanos de Curi­­tiba. Este é o objetivo de um grupo de jovens que está à frente do movimento Arte Bicicleta Mobilidade, que elegeu o mês de setembro, com programa de várias manifestações públicas, para incentivar e cobrar do poder público o uso de meios de transportes não poluentes. O ato principal está marcado para o dia 22, Dia Mundial Sem Carro, quando se pretende realizar a “Marcha das Mil Bikes”. De modo geral, os motoristas e pedestres não respeitam os ciclistas e não há ciclovias ou ciclofaixas em toda a cidade. Para suprir essas deficiências, a prefeitura elaborou um Plano Diretor Cicloviário que está em fase final de elaboração. É um avanço. O uso seguro de bicicletas só será possível, no entanto, com uma mudança de cultura no uso racional dos transportes no meio urbano. Que este setembro das bicicletas ajude a tornar mais próximo o sonho.

Link para o editorial: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=920849&tit=Com-bicicletas

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Em Copenhague, 37% da população andam de bicicleta

E viva la bicicleta, leia a notícia completa no site do O Globo, clique aqui.

Copenhague
A foto eu encontrei no site Copenhagen Cycle Chic

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Campanha de trânsito RPC – TV Paranaense

Bela iniciativa da RPC.

O vídeo a seguir faz parte da campanha “Trânsito – Respeito ou Morte. Você escolhe o caminho”.

Veja o vídeo da reportagem, clique aqui.

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Sobre a política de bicicletas em Curitiba

por Goura Nataraj (Jorge Brand)

Ontem, dia 18 de junho, a prefeitura anunciou um novo pacote de medidas para ‘melhorar o trânsito’. Mais uma vez ficou explícita a falta de importância que a bicicleta tem para as nossas autoridades. Não são capazes de entender os benefícios de uma cidade mais limpa, silenciosa, com um ar mais puro. Privilegiam descaradamente o meio de transporte mais irracional, injusto e perigoso. ´Carros são acidentes esperando para acontecer´.
 
As visões técnicas e realmente bem intencionadas do presidente do IPPUC são direcionadas ao fluxo dos carros. Este não pode parar de jeito nenhum. ´Teremos mais binários, trinários! Mais ruas barulhentas e degradadas!´ Cidades do mundo inteiro estão despertando para a bicicleta enquanto Curitiba permanece no seu sonâmbulismo crônico, em que o carro e a cultura dos ´centros de compra´ são exaltados como a salvação da civilização.
 
Enquanto os motoristas recebem vários estímulos positivos, tais como isenção de impostos, ruas lisas, espaços para correrem cada vez mais, os usuários de ônibus tem que pagar uma pequena fortuna pelo privilégio de serem esprimidos, talvez até cuspidos para fora da máquina em movimento. Ah, mas isto ouvindo música clássica, com dignidade!
Os pedestres também não são ´cuidados´ com a mesma dedicação, o mesmo amor com que os empreiteiros e construtores de viadutos mostram para com os carros. E os ciclistas, por sua vez, são empurrados para o meio fio!
 
Para realmente melhorar o trânsito precisamos entender que as ruas são limitadas. Que uma cidade cortada pelo trânsito veloz, onde deputados voam a 190km/h, em que ciclofaixas só aparecem na retórica das campanhas políticas, onde as ciclovias existentes ou são calçacas asfaltadas cheias de obstáculos, ou tem sua manutenção completamente ignorada, não deve ser considerada, de forma alguma, uma cidade sustentável.
 
Se você não conhece as ´maravilhosas ciclovias´ de Curitiba aproveite para ver o ensaio do artista Bruno Machado – http://artebicicletamobilidade.wordpress.com/2009/06/04/604/
Se as vias dos carros fossem tratadas com tamanho descaso a prefeitura tomaria ações imediatamente. Os motoristas fariam buzinaços, saíriam em carretas. Não pagariam mais os seus impostos.
 
Os ciclistas podem ser silenciosos em seus conflitos diários com a falta de respeito e segurança que recebem dos motoristas, mas estão bem acordados para o que está acontecendo.
 
A primeira ciclofaixa oficial da cidade deveria se manifestar na Av. Cândido de Abreu e ocupar uma das 11 faixas destinadas ao trânsito dos veículos motorizados. Paraciclos deveriam aparecer pela cidade inteira. Toda malha cicloviárea existente passar por uma revitalização completa.
 
Era este tipo de medida que deveria ser anunciada como proposta de melhoria do trânsito, da qualidade de vida, da saúde social.
 
Já disseram os Situacionistas em 1959:
 
“Não se trata de combater o automóvel como um mal. Sua exagerada concentração nas cidades é que leva à negação de sua função. É claro que o urbanismo não deve ignorar o automóvel, mas menos ainda aceitá-lo como tema central. Deve trabalhar para o seu enfraquecimento. Em todo caso, pode-se prever sua proibição dentro de certos conjuntos novos assim como em algumas cidades antigas.”

http://www.artebicicletamobilidade.wordpress.com/

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Enfim, uma boa notícia.

Alceni, não esqueça minha caloi 🙂

Tecnologia, criatividade e orientação
serão usadas para melhorar o trânsito

Publicado em: 22/05/2009 16:40

 O prefeito Beto Richa determinou às equipes de infraestrutura urbana da Prefeitura um pacote de medidas para a melhoria do trânsito da cidade, que começarão a ser vistas e sentidas pelos curitibanos já nas próximas semanas. Serão mudanças em regras de circulação, novas áreas de Estacionamento Regulamentado (EstaR), correções no traçado de algumas ruas e a criação de faixas exclusivas para ônibus em pontos-chave da região central da cidade, além da implantação de novos binários.

O calendário de ações está sendo concluído pelas equipes técnicas. Entre as primeiras mudanças estarão as proibições de estacionamento na9s vias rápidas nos horários de maior movimento, e a proibição definitiva em algumas ruas onde já existe restrição de horário para estacionar. Nas avenidas que acompanham canaletas, os motoristas também perceberão novas proibições de conversões à esquerda, que geravam conflito de tráfego e risco de acidentes com ônibus.

O secretário municipal de Planejamento, Alceni Guerra, explica que o pacote de soluções de trânsito está dividido em cinco eixos: educação e informação, tecnologia de trânsito, infraestrutura de circulação, novos binários e incentivo aos meios alternativos de transporte na região central.

Para disseminar educação e informação de trânsito, a Prefeitura vai fazer novas campanhas e buscar parcerias com escolas, empresas, igrejas e todas as instituições que possam colaborar. “Mobilidade urbana é um problema de todos, por isso deve ser uma responsabilidade compartilhada”, afirma. Serão usados os meios de comunicação tradicionais, por exemplo as propagandas em televisão, mas também serão buscadas novas formas de levar as mensagens educativas ao cidadão. “Em Bogotá, na Colômbia, por exemplo, foram usados mímicos nas ruas para mostrar atitudes negativas e positivas no trânsito, e foi um grande sucesso. Vamos usar a criatividade como aliada da mobilidade”, afirma.

No eixo da tecnologia de trânsito, o esforço será concentrado na melhoria do sistema de semáforos, com o uso de equipamentos inteligentes, alimentado por informações em tempo real, sistemas de câmeras, e painéis eletrônicos com informações instantâneas para os motoristas sobre bloqueios, pontos de lentidão e caminhos alternativos.

Na infraestrutura de circulação, a Prefeitura fará obras de melhorias de sinalização horizontal (faixas) e vertical (placas). Correções geométricas vão resolver os problemas das pistas que estreitam ou alargam de uma quadra para outra, gerando conflitos de tráfego. Com as proibições de estacionamento em algumas ruas também será possível aumentar o número de faixas de rodagem, melhorando a capacidade de circulação.

Na região central, a Prefeitura de Curitiba vai desestimular o uso do automóvel e incentivar os meios alternativos. Em algumas ruas, o transporte com bicicletas terá prioridade sobre os veículos. Melhorias na rede de calçadas vão motivar as pessoas a fazer a pé os deslocamentos menores .O desenvolvimento destas medidas está sendo feito pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).

A criação de novos binários é um dos pontos mais importantes do pacote. Serão construídos 12 binários até 2010, com ajustes e mudanças de tráfego nas ruas de ligação entre bairros, bem como o Centro e os bairros com maior volume de tráfego. Os binários deixam o trânsito mais ágil e seguro porque são formados por duas ruas paralelas, de mão-única, com sentidos opostos.

“A lista de medidas, especialmente as de longo prazo, não é fixa. Estaremos atentos a novas necessidades e faremos adaptações. O importante é ter uma ação efetiva diante do problema real do aumento da frota da cidade, que ganha 200 carros novos por dia, tornando o trânsito um de nossos maiores desafios”, afirma o secretário de Planejamento.  

 

MUDANÇAS  

 

Resumo das principais soluções de trânsito planejadas pela Prefeitura de Curitiba.  

 

Binários:

Proibição de Estacionamento 

 Nilo Peçanha com Albino Silva (Bom Retiro)

Rua Leôncio Corrêa com Herculano Carlos Franco de Souza (água Verde)

Av. Nossa Senhora Aparecida com rua José Naves da Cunha (Seminário)

Av. Manoel Ribas, em dois trechos: com rua Júlia Wanderley (Bigorrilho) e com rua Teixeira de Freitas (São Francisco)

Rua Alcino Guanabara com Júlio César Ribeiro (Hauer)

Rua Nivaldo Braga com Olga Balster (Capão d aImbuia)

Rua Belo Horizonte com Lindolfo Pessoa (Batel)

Rua Júlia da Costa com Princesa Isabel (Batel)

Rua Jerônimo Durski com Gastão Câmara (Bigorrilho)

Rua Costa Carvalho com Euclides da Cunha (Batel)

Rua Padre Germano Mayer com Camões (Hugo Lange)

Rua Amazonas com Avenida dos Estados (Água Verde)

De segunda a sexta das 7h às 20h, sábados das 7 às 14h: vias rápidas e avenida Silva Jardim

Em definitivo: ruas Desembargador Motta, Carneiro Lobo, Carlos de Carvalho, Vicente Machado, Bento Viana, Ângelo Sampaio, Visconde de Guarapuava

 Instalação de EstaR 

Rua Vicente Machado (novos trechos)

Av. João Gualberto (Alto da Glória)

Transversais das avenidas Marechal Floriano, República Argentina e Padre Anchieta 

Faixas exclusivas para ônibus

Nas ruas Barão do Serro Azul, Desemb. Westphalen, Alferes Poli, avenidas Iguaçu e Água Verde.

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(C) Prefeitura Municipal de Curitiba – http://www.curitiba.pr.gov.br

Notícia impressa em: 25/05/2009 11:44

 

 Artigo publicado originalmente em: http://www.curitiba.pr.gov.br/Noticia.aspx?n=16402

artigos, bicicleta, cicloativismo

Fiscais desconsideram lei e deixam de multar ultrapassagens perigosas contra ciclistas

Matéria originalmente publicada na Gazeta do Povo.

Link para a matéria original: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=880331&tit=Fiscais-desconsideram-lei-e-deixam-de-multar-ultrapassagens-perigosas-contra-ciclistas

Apesar dos 834 acidentes envolvendo veículos automotores e bicicletas, apenas um motorista foi multado por não guardar distância mínima.

Curitiba tem em média dois acidentes por dia com feridos envolvendo ciclistas e veículos automotores. Apesar disso, os motoristas passam impunes à principal lei que visa disciplinar a convivência entre carros e bicicletas. Apenas uma pessoa foi multada no ano passado por fazer uma ultrapassagem perto das bicicletas.

O artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro prevê multa média para quem deixar de guardar distância lateral de um 1,5 metro ao passar uma bicicleta. Ao cometer a infração, o motorista perde quatro pontos na carteira e deve pagar R$ 85,13. Mas apenas uma pessoa foi multada em 2008 baseado no código 201, segundo dados do Diretran (Diretoria de Trânsito) e BPTran (Batalhão da Polícia de Trânsito). Os dados deste ano não estavam tabulados até o início de abril.

A importância de mais harmonia entre ciclistas e veículos automotores pode ser comprovada com dados do Serviço de Atendimento ao Trauma e Emergência (Siate). Nos 104 dias entre 1º de janeiro deste ano até 14 de abril foram 192 acidentes com bicicletas e carros, motos, caminhões ou ônibus na capital paranaense – média de 1,84 por dia. Em 2008, ano em que apenas um motorista foi multado, foram 834 acidentes, média 2,27 acidentes por dia. Nos anos de 2006 e 2007 a média também foi acima de 2 por dia.

Os ciclistas de Curitiba parecem ser unânimes na constatação de que os carros não respeitam o artigo 201. Fóruns como o Bicicletada trazem muitas histórias de acidentes que poderiam ser evitados .

Uma delas é a do economista de 24 anos Gunnar Thiensen. No ano passado, ele pedalava pelo bairro Cidade Industrial de Curitiba (Cic) em direção ao trabalho pela manhã. Ele conta que estava pedalando quando levou “uma fina” que quase o derrubou com o deslocamento de ar de um carro. Thiensen conta ter alcançado o veículo em um semáforo. Bateu no teto do carro e fez sinais com as mãos para o “casal engomadinho” que estava no carro.

Quando o sinal abriu, o carro seguiu o ciclista. “Parei pra tentar conversar, mas eles não me deixavam falar, só gritavam besteiras do tipo ‘ciclovia isso e aquilo’ e ‘foi você que quase nos atropelou’”, relata. Em resposta, Thiensen iria citar o código de trânsito, mas foi deixado falando sozinho.

Trena ótica

A diretora de trânsito da URBS, Rosângela Batisttella, admite que casos como o de Gunnar são comuns, mas a lei é de difícil comprovação. “O agente de trânsito teria que ter algum equipamento para medir a distância dos carros e das bicicletas para poder fazer as autuações”, afirma Batisttella, que atendeu a reportagem da Gazeta do Povo por telefone em meio a uma reunião da URBS com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).

Ela afirma que um dos tópicos da reunião era justamente o incentivo ao uso das bicicletas. É possível que seja chamada a atenção dos agentes de trânsito quanto as leis que protegem os ciclistas (veja no quadro ao lado). “Essa única multa do ano deve ter sido em razão de uma manobra muito acintosa do motorista sobre o ciclista”, estima a diretora. Ela também argumenta que muitas das ocorrências de “finas” nos ciclistas se dão em momentos e locais onde os agentes não estão presentes.

A assessoria de imprensa da Polícia Militar foi contatada na tarde de quinta-feira (23) para comentar o assunto, mas não deu retorno até o fechamento desta matéria.

Um dia para ser esquecido

No mesmo dia em que sofreu a “fina”, Thiensen foi atropelado. Ele conta que vinha pela rua preferencial à direita quando um carro estava parado na pista da esquerda dando sinal que iria fazer uma conversão. “Se eu fosse um carro, eu nem parava. Mas sinalizei para ele com o braço e diminui a velocidade”. Como não viu nenhum carro, o ciclista diz ter achado que o carro estava o esperando passar.

Quando a bicicleta passava diante do carro, o motorista fez a conversão atingindo em cheio o ciclista. Posteriormente ele justificaria dizendo que estava “prestando a atenção em outro carro que vinha bem mais atrás”, segundo conta o economista.

Thiensen quebrou um braço, um dedo e teve mais de 30 pontos na coxa. Desde a época do acidente, que se deu em outubro do ano passado, Thiensen está impossibilitado de pedalar. Quando voltar, o economista promete fazer “valer na marra” o seu “espaço” no trânsito. Se tiver o respaldo dos agentes de trânsito e da polícia, melhor.

É lei

Conheça os principais artigos do Código de Trânsito Brasileiro que tratam das bicicletas:

Art. 201: Deixar de guardar a distância lateral de 1,5 metro ao ultrapassar bicicleta.

Art. 220: Deixar de reduzir a velocidade do veículo ao ultrapassar ciclista.

Art. 38: Antes de entrar em uma rua o condutor deverá ceder passagem aos ciclistas.

Art. 58: Quando não houver ciclovia, a circulação de bicicletas deverá ocorrer nos bordos da pista, no mesmo sentido de circulação e com preferência sobre os veículos automotores.

bicicletada, notícias

“Bicicletada” em homenagem à mulher morta na Paulista reúne 200 ciclistas

Cerca de 200 pessoas participaram na noite desta sexta-feira de uma “bicicletada” em homenagem à ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, que morreu atropelada na última quarta (14) na avenida Paulista.

O grupo seguiu de bicicleta pela avenida Paulista, no sentido Paraíso, na faixa da esquerda, até o ponto onde Márcia foi morta, na esquina com a alameda Campinas. A maioria dos ciclistas, no entanto, preferiu seguir a pé arrastando suas bicicletas.

Leia a matéria completa na Folha:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u491107.shtml