artigos, bicicleta, mobilidade urbana

Enfim, uma boa notícia.

Alceni, não esqueça minha caloi 🙂

Tecnologia, criatividade e orientação
serão usadas para melhorar o trânsito

Publicado em: 22/05/2009 16:40

 O prefeito Beto Richa determinou às equipes de infraestrutura urbana da Prefeitura um pacote de medidas para a melhoria do trânsito da cidade, que começarão a ser vistas e sentidas pelos curitibanos já nas próximas semanas. Serão mudanças em regras de circulação, novas áreas de Estacionamento Regulamentado (EstaR), correções no traçado de algumas ruas e a criação de faixas exclusivas para ônibus em pontos-chave da região central da cidade, além da implantação de novos binários.

O calendário de ações está sendo concluído pelas equipes técnicas. Entre as primeiras mudanças estarão as proibições de estacionamento na9s vias rápidas nos horários de maior movimento, e a proibição definitiva em algumas ruas onde já existe restrição de horário para estacionar. Nas avenidas que acompanham canaletas, os motoristas também perceberão novas proibições de conversões à esquerda, que geravam conflito de tráfego e risco de acidentes com ônibus.

O secretário municipal de Planejamento, Alceni Guerra, explica que o pacote de soluções de trânsito está dividido em cinco eixos: educação e informação, tecnologia de trânsito, infraestrutura de circulação, novos binários e incentivo aos meios alternativos de transporte na região central.

Para disseminar educação e informação de trânsito, a Prefeitura vai fazer novas campanhas e buscar parcerias com escolas, empresas, igrejas e todas as instituições que possam colaborar. “Mobilidade urbana é um problema de todos, por isso deve ser uma responsabilidade compartilhada”, afirma. Serão usados os meios de comunicação tradicionais, por exemplo as propagandas em televisão, mas também serão buscadas novas formas de levar as mensagens educativas ao cidadão. “Em Bogotá, na Colômbia, por exemplo, foram usados mímicos nas ruas para mostrar atitudes negativas e positivas no trânsito, e foi um grande sucesso. Vamos usar a criatividade como aliada da mobilidade”, afirma.

No eixo da tecnologia de trânsito, o esforço será concentrado na melhoria do sistema de semáforos, com o uso de equipamentos inteligentes, alimentado por informações em tempo real, sistemas de câmeras, e painéis eletrônicos com informações instantâneas para os motoristas sobre bloqueios, pontos de lentidão e caminhos alternativos.

Na infraestrutura de circulação, a Prefeitura fará obras de melhorias de sinalização horizontal (faixas) e vertical (placas). Correções geométricas vão resolver os problemas das pistas que estreitam ou alargam de uma quadra para outra, gerando conflitos de tráfego. Com as proibições de estacionamento em algumas ruas também será possível aumentar o número de faixas de rodagem, melhorando a capacidade de circulação.

Na região central, a Prefeitura de Curitiba vai desestimular o uso do automóvel e incentivar os meios alternativos. Em algumas ruas, o transporte com bicicletas terá prioridade sobre os veículos. Melhorias na rede de calçadas vão motivar as pessoas a fazer a pé os deslocamentos menores .O desenvolvimento destas medidas está sendo feito pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).

A criação de novos binários é um dos pontos mais importantes do pacote. Serão construídos 12 binários até 2010, com ajustes e mudanças de tráfego nas ruas de ligação entre bairros, bem como o Centro e os bairros com maior volume de tráfego. Os binários deixam o trânsito mais ágil e seguro porque são formados por duas ruas paralelas, de mão-única, com sentidos opostos.

“A lista de medidas, especialmente as de longo prazo, não é fixa. Estaremos atentos a novas necessidades e faremos adaptações. O importante é ter uma ação efetiva diante do problema real do aumento da frota da cidade, que ganha 200 carros novos por dia, tornando o trânsito um de nossos maiores desafios”, afirma o secretário de Planejamento.  

 

MUDANÇAS  

 

Resumo das principais soluções de trânsito planejadas pela Prefeitura de Curitiba.  

 

Binários:

Proibição de Estacionamento 

 Nilo Peçanha com Albino Silva (Bom Retiro)

Rua Leôncio Corrêa com Herculano Carlos Franco de Souza (água Verde)

Av. Nossa Senhora Aparecida com rua José Naves da Cunha (Seminário)

Av. Manoel Ribas, em dois trechos: com rua Júlia Wanderley (Bigorrilho) e com rua Teixeira de Freitas (São Francisco)

Rua Alcino Guanabara com Júlio César Ribeiro (Hauer)

Rua Nivaldo Braga com Olga Balster (Capão d aImbuia)

Rua Belo Horizonte com Lindolfo Pessoa (Batel)

Rua Júlia da Costa com Princesa Isabel (Batel)

Rua Jerônimo Durski com Gastão Câmara (Bigorrilho)

Rua Costa Carvalho com Euclides da Cunha (Batel)

Rua Padre Germano Mayer com Camões (Hugo Lange)

Rua Amazonas com Avenida dos Estados (Água Verde)

De segunda a sexta das 7h às 20h, sábados das 7 às 14h: vias rápidas e avenida Silva Jardim

Em definitivo: ruas Desembargador Motta, Carneiro Lobo, Carlos de Carvalho, Vicente Machado, Bento Viana, Ângelo Sampaio, Visconde de Guarapuava

 Instalação de EstaR 

Rua Vicente Machado (novos trechos)

Av. João Gualberto (Alto da Glória)

Transversais das avenidas Marechal Floriano, República Argentina e Padre Anchieta 

Faixas exclusivas para ônibus

Nas ruas Barão do Serro Azul, Desemb. Westphalen, Alferes Poli, avenidas Iguaçu e Água Verde.

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(C) Prefeitura Municipal de Curitiba – http://www.curitiba.pr.gov.br

Notícia impressa em: 25/05/2009 11:44

 

 Artigo publicado originalmente em: http://www.curitiba.pr.gov.br/Noticia.aspx?n=16402

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artigos, bicicleta, mobilidade urbana, textos

Por um uso mais racional do carro.

Texto postado originalmente por Tássia Arouche, no blog do Grupo Transporte Humano.

Tem gente que diz que os ciclistas urbanos, principalmente aqueles que optaram pela bicicleta pelo fato de ela ser um meio de transporte mais sustentável, odeiam os carros. Não é verdade. Quero dizer, até pode ser verdade no caso de alguns, mas não há razão para se odiar os carros.

Ao invés de lutarmos pelo fim dos carros, devemos pensar em seu uso sim, só que mais racional. Carros são úteis e para algumas pessoas (não tantas assim, na verdade) este transporte é a única opção.

O problema surge quando nós passamos a utilizá-los para ir comprar pão na padaria da esquina. Outro problema é quando não conseguimos nos organizar para evitar tanto desperdício (de dinheiro, de energia, de espaço etc.) e passamos a circular solitários em nossos automóveis (o que, diga-se de passagem, é muito, muito comum).

O maior problema, eu diria, é quando o carro passa a significar algo bem diverso do sentido para o qual foi criado. Além de ser meio de transporte, é sinônimo de status, é instrumento de “pertencimento”, uma forma de inclusão, é item obrigatório, sendo indiscutível a necessidade de se ter um na garagem. Aí o uso do carro já está bem longe de ser racional.

E a conseqüência de uma mentalidade assim é que isto se espalha para além de uma questão individual: tenho ou não tenho um automóvel? Se tiver, que uso farei dele?

Carros são, hoje, os donos das ruas. O pedestre e o ciclista é que têm que ficar espertos quando estiverem transitando por seu “território”. A lei nas ruas é contrária ao Código de Trânsito Brasileiro, que diz que pedestres e veículos não motorizados têm preferência sobre todos os demais.

Além disso, os carros costumam ser prioridade na maioria das administrações públicas. Por quê? Porque não se discute o seu uso racional. Ao contrário, abrem-se cada vez mais avenidas, transforma-se tudo em asfalto para que eles possam circular, para se tentar contornar um grande problema que os carros mesmos criam: os temidos engarrafamentos.

Irracional, então, é propor: vamos deixar os carros em casa e utilizar mais o transporte público ou a bicicleta; vamos tirar espaços de estacionamento nas ruas e criar ciclofaixas; por que não diminuir a velocidade máxima nas vias, em nome da segurança?; por que não reduzir o fluxo de veículos?

Copenhagen Cycle Chic

artigos, ativismo, bicicletada curitiba, mobilidade urbana, notícias, textos

Underground

Salta aos olhos no debate sobre trânsito e transporte coletivo na capital a falta de programas envolvendo as universidades. É responsabilidade dos centros de ensino formar gente menos tacanha no uso do transporte. Mas, ao contrário, é delas que brotam 23 mil carros por dia, emitindo mensalmente 200 toneladas de dióxido de carbono (CO2) e 60 toneladas de monóxido de carbono (CO) – de acordo com estudos realizados por mestrandos de Gestão Urbana da PUCPR, sob a orientação do arquiteto e urbanista Fábio Duarte.

É da Curitiba mais underground que têm brotado as melhores propostas para o saneamento do trânsito. O coletivo de artistas, esportistas e pensadores Interlux é o caso. Hoje, o grupo é um dos mentores da Bicicletada, movimento que já promoveu o Desafio Intermodal – atestando a agilidade da energia limpa chamada bicicleta – e 12 “passeatas” pela cidade. Os jovens participantes – cerca de 150 – chamam o poder público às falas. O que pedem não é a Transamazônica ou uma Rio-Niterói, mas ciclofaixas e ciclovias ligando outras rotas que não os parques. Além de uma cidade mais gentil com seus pedestres.

Fonte do artigo: Gazeta do Povo

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Gazeta do Povo, distorcendo o assunto…

Nosso colega amigo da bicicleta, Antonio Ramos Neto, depois de ver várias pessoas reclamando dos congestionamentos e afins, enviou uma mensagem para o jornal a Gazeta do Povo, falando sobre quem causa os congestionamentos são os mesmos que reclamam. Até aí beleza, como diz ele, publicaram o texto no dia e tudo mais, porém, fizeram “sem querer querendo”, uma “pequena alteração”, distorcendo totalmente a mensagem… x, veja a seguir:

A mensagem original enviada:
“Os motoristas esquecem que o causador dos congestionamentos, que eles tanto reclamam, são eles mesmos! Não adianta reclamar se os próprios causadores não colaboram deixando o carro em casa de vez em quando, utilizando o transporte público, andando a pé ou de bicicleta em menores distâncias. Ajustes técnicos como guardas de trânsito em “horário de pico” ou construção de binários e afins não ajudam de nada, não passam de ação tapa buraco! Educação e consciência coletiva é o que falta no trânsito.”

Já, conforme http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=795656&tit=Congestionamentos, escreveram o seguinte:
“Os motoristas esquecem que o causador dos congestionamentos que tanto reclamam são eles mesmos. Não adianta reclamar se os próprios causadores não colaboram. Deixar o carro em casa de vez em quando; utilizar o transporte público às vezes; andar a pé ou de bicicleta em menores distâncias… não resolve muito. Ajustes técnicos como guardas de trânsito em “horário de pico” ou construção de binários e afins não ajudam em nada, não passam de ação tapa-buraco. Educação e consciência coletiva é o que falta no trânsito.”

… por isso, não confie totalmente nas informações das grandes mídias… afinal, elas manipulam à sua maneira… ou como melhor lhe convêem…

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Relatório do Desafio Intermodal (versão final)

Qual será o meio de transporte mais eficiente para atravessar a cidade às seis horas da tarde, horário em que milhares de curitibanos ficam presos no trânsito na volta para casa?

Para responder a essa pergunta, repensar a mobilidade das pessoas na cidade de Curitiba e estimular o uso da bicicleta, o programa Ciclovida da UFPR e o grupo Bicicletada Curitiba promoveu o Desafio Intermodal, que contou com 11 participantes, representando 6 modais diferentes.

Diversos modos de locomoção, saindo ao mesmo tempo de um mesmo local na hora do ”rush” e devendo chegar a um destino comum. As regras foram simples, sendo que as leis de trânsito deveriam ser respeitadas e o trajeto poderia ser escolhido pelos próprios participantes.

Data: 28 de maio de 2008, quarta-feira às 18 horas.
Ponto de partida: Rua Augusto Stresser, nº207 – Juvevê.
Ponto intermediário: Câmara de Vereadores de Curitiba.
Ponto de chegada: Prefeitura de Curitiba – Centro Cívico.

Clique aqui para download do relatório completo, em formato PDF.

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Sobre a diferença entre motoristas e ciclistas

*O que vai abaixo é divagação pseudo-filosófica da mais viajada, opinião pessoal desse que vos escreve.

Gunnar

Outro dia me peguei tentando dissuadir um colega de trabalho da idéia de que a bicicleta, no trânsito, seria análoga à motocicleta, explicando que na verdade pedalar é muito mais parecido com andar a pé.

Então vamos lá, qual é a grande sacada da bicicleta?

1. Quem leva quem?
A diferença essencial entre qualquer transporte motorizado e os de propulsão humana é justamente o “motor”. A bicicleta não leva a pessoa a lugar nenhum. É o próprio ciclista que “se carrega”, apenas usando as rodas para potencializar sua própria força.

2. Não é pra qualquer um
Num carro, o que importa é o modelo, a cor, a potência do motor, o preço, o design… embora os motoristas gostem de acreditar no contrário, o carro não diz nada sobre a personalidade de quem o dirige, apenas sobre a quantidade de dinheiro que esteve disposto a gastar para obtê-lo.

Já no caso da bicicleta, o que importa é a atitude, coragem e força DO CICLISTA. A bicicleta em si não é nada, não tem nada, e geralmente ciclistas urbanos preferem mesmo bicis meio surradas para se prevenir de roubos. A única ostentação possível é a das pernas torneadas…
Qualquer pessoa pode dirigir qualquer carro. Mas apenas alguém com atitude suficiente para desafiar as convenções e o preconceito, com coragem para enfrentar o desrespeito e o perigo, com força e preparo para fazer girar duas rodas com as pernas, só alguém assim é que pedala.

3. Aproveitamento de energia
Um carro queima petróleo para deslocar suas 2 toneladas de metal e plástico por aí, e apenas uma parcela marginal dessa energia é usada para levar a (única) pessoa sentada ao volante. Visto de fora, soa meio absurdo, pra não dizer burro. O ciclista, além de prover ele mesmo a energia e o trabalho, desloca apenas a si mesmo – o peso da bicicleta é desprezível em relação ao conjunto, e o motor… é ele mesmo.

4. Deslocamento orgânico
Dirigir um carro envolve estímulos que levam a reações, que levam a atitudes reativas, que finalmente resultam na ação. Por exemplo:
a. Estímulo: sinal verde
b. Reação: “posso acelerar!”
c. Atitude reativa: pisar no acelerador
d. Ação: o carro acelera

Eventualmente, depois de um tempo de prática, o motorista pula a etapa (b), ligando (c) diretamente com (a). Mas isso não muda o caráter “reativo” da coisa toda. Esse sistema tem dois grandes problemas:

I. Separar o sujeito da ação (ou do meio);
II. Permitir uma conduta cômoda, reativa, baseada na espera passiva por estímulos para então agir.

No caso da bicicleta, o usuário é o próprio motor, então ação e reação são a mesma coisa. Além disso, o ciclista tem total noção e domínio sobre sua velocidade, potência, aceleração, agilidade – [momento egotrip] principalmente se for uma fixa, pois em nenhum momento permite ao ciclista “desligar-se” do movimento das rodas.

Finalmente, o ciclista, principalmente num trânsito apático como o nosso, obrigatoriamente desenvolve uma habilidade e sensibilidade toda especial. Quando pedala na rua, está o tempo inteiro usando os cinco (eventualmente seis) sentidos, atento a todos os elementos que o cercam, sempre calculando as velocidades dos outros veículos, antecipando as suas ações, imaginando sua disposição futura e planejando a rota nesse contexto, tomando atitudes pró-ativas. Ou seja, o ciclista “faz o seu caminho”, enquanto o motorista “segue o caminho traçado”.

Ao mesmo tempo, pedalando evita-se a burrice. Os motoristas costumam associar a velocidade máxima com a velocidade de deslocamento, e vivem reclamando dos “lerdos” na rua (bicicletas se encaixam na categoria). O ciclista, no entanto, logo percebe que uma coisa nada tem a ver com a outra. Sem nunca ultrapassar os 30km/h, a bicicleta chega antes ao destino que o carro, que alcançou velocidades de pico de mais de 100km/h. Aproximando-se de um farol vermelho, por exemplo, o ciclista naturalmente diminui a velocidade muito antes, de modo a estar em movimento quando o sinal ficar verde (evita desperdício de força com frenagem e aceleração a partir do zero)… e é ultrapassado pelo raivoso motorista (desperdício de energia com velocidade) que em seguida freia bruscamente (desperdício de energia com frenagem) no farol vermelho. Quando olhar para o lado, o estressado motorista se verá ultrapassado pelo calmo e “lerdo” ciclista. Quando o sinal abrir, o ciclista estará embalado e assim abrirá larga vantagem sobre o carro, que vai acelerar fortemente (mais desperdício de energia) para tentar compensar sua desvantagem. Esse ritual se repete algumas vezes, até que a vantagem acumulada do ciclista seja tanta que o motorista ficará para trás definitivamente.

5. A postura “defensivo-defensiva”
O motorista, mesmo que dirija de forma defensiva, age sempre considerando 100% de colaboração dos outros elementos do trânsito. Um motorista ’sem-noção’ dirige considerando 150% de colaboração, ou seja, ele espana a rosca do sistema e obriga os outros a abrir mão de seus direitos para lhe dar passagem. Já o ciclista, mediante a falta de infra-estrutura e sabendo do desrespeito vigente, pedala sempre considerando certa margem de erro. Podemos dizer que o ciclista considera 50% (ou menos) de colaboração dos outros elementos.

Isso se aplica, por exemplo, em cruzamentos: mesmo estando na rua preferencial (além da preferência universal garantida à bicicleta), o ciclista se aproxima com cautela, pois sabe que os carros nas vias perpendiculares provavelmente vão ignorar sua presença, o respeito à vida, a lei, a preferência, o bom senso e a Constituição Federal, e acelerar assim que o fluxo de carros permitir.

Por essas e outras, o ciclista pode (e muitas vezes DEVE) furar o sinal vermelho e fazer outras coisitas consideradas infrações para os motoristas. O fato é que as leis de trânsito foram feitas pensando no trânsito motorizado. Se todos se locomovessem de forma tão orgânica, racional e consciente como o ciclista, não precisaríamos de tantas leis, proibições, sinalizações, restrições e afins.

Vencemos! (gravura de Andy Singer)
Vencemos! (gravura de Andy Singer)

Isso é pedalar pra mim.

Correr tendo rodas como continuação do corpo.
Navegar num mar de irracionalidade fortemente controlada usando a racionalidade absolutamente livre.

Voar.

Texto postado e escrito por Gunnar, no blog da Bicicletada Curitiba.

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Notícias do Estadão

A bicicleta como meio de transporte, ESP, 26/07/08

Política de transporte de São Paulo ignora bicicletas como meio
http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid212464,0.htm

Sem projetos, candidatos dão palpites sobre ciclovias em SP
http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid212461,0.htm

Radial Leste terá a próxima ciclovia de São Paulo
http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid212459,0.htm

CPTM amplia bicicletários em estações de trens de SP
http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid212456,0.htm

Secretária supera medo e pedala para ir ao trabalho em SP
http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid212454,0.htm